Diferente

Boa Tarde!!

Primeiramente, um Feliz 2015 de muitas realizações, saúde e paz.
Não publiquei nada antes pois estava com uns problemas técnicos.

E essa é nossa primeira publicação de 2015, um velho conhecido dos paulistanos “vestido” de uma forma diferente: o MASP sem suas colunas pintadas de vermelho.

Fundado em 1947, o MASP foi idealizado por Assis Chateaubriand, empresário e jornalista, e Pietro Maria Bardi, jornalista e crítico de arte italiano. A princípio, instalou-se em quatro andares do prédio dos Diários Associados, império de Chateaubriand formado por 34 jornais, 36 emissoras de rádio, 18 estações de televisão, editora e a revista O Cruzeiro.

A nova sede, na próspera Avenida Paulista, foi projetada por Lina Bo Bardi. Foram 12 anos entre projeto e execução. Lina trabalhou sob uma condição imposta pelo doador do terreno à prefeitura de São Paulo: a vista para o Centro da cidade e para a Serra da Cantareira teria de ser preservada, através do vale da Avenida Nove de Julho.

1970 - MASP - Colunas não Pintadas - Mercator - DCP

Assim surgiram as quatro colunas do atual museu, com um vão livre de 74 metros e nasceu um dos cartões postais da cidade de São Paulo, inaugurado em 1968. Projeto moderno e ousado para a época abrigava a coleção do museu, já conhecida e respeitada nos muitos países pelos quais passou durante os anos em que o edifício esteve em construção, como França, Itália, Japão, entre outros.

A inauguração do novo prédio contou com a presença da Rainha Elizabeth II da Inglaterra, além das maiores autoridades brasileiras da época e uma grande participação popular em frente ao edifício. As colunas do edifício foram pintadas de vermelho somente em 1990 na ocasião dos 40 anos de sua inauguração, em parceria com a empresa Suvinil, obedecendo ao projeto original de Lina Bo Bardi. Na reforma de 1997, o prédio recebeu um terceiro andar subsolo, onde está hoje a reserva técnica, moderno espaço que abriga as peças do acervo enquanto não estão em exposição.

É o museu mais frequentado de São Paulo, com média de 50.000 visitantes/mês (dados Folha de São Paulo, 05 de abril de 2009).¹

O texto é um resumo da história do MASP, retirado do site oficial do Museu. O postal, foi editado pela Mercator e acredito que seja do final da década de 1970.

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2 comentários Adicione o seu

  1. marco machado disse:

    …infelizmente o maior elefante branco da cidade de sao paulo…pois o que existia no seu local era um dos conjuntos arquitetonicos mais bonitos da ciidade…que foi destruido…e até hoje sao muitos os arquiteto que discordam do seu design
    pois nao tem nada a haver com a paulista…e quer ver uma coisa estranha…se vc olhar da consolaçao para o paraiso ou ao contrario vc vai reperar que o masp invade a paulista entortando a linha reta da avenida….um dos itens que torna a avenida uma referencia para o mundo….sem contar que virou a muito tempo um local para o uso e venda de drogas….um dia eu estava fazendo um trabalho fotografico e tive que dali porque nao aguentava o cheiro de maconha…que apesar de nao ser usuario ….vc acaba reconhecendo o cheiro forte que apacere por todo lado…que toma conta do local….outra coisa interessante é que vc pode observar a cara que fazem os turistas quando passam por la…ficam um minuto e caem fora…o que deveriamos fazer é uma grande campanha para derrubar aquela aberraçao arquitetonica e reconstruir o trianon….

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  2. Ricardo Santos disse:

    “Brutalismo portland” em pura expressão plástica e funcional.

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